500 dias com ela

Semana passada, eu escrevi aqui sobre como boas comédias românticas são aqueles que jogam bem com seus elementos e que isso é o bastante. Acontece que, vez por outra, uma destas resolve que não está satisfeita com o formato e, rompendo com um dos seus cânones, abandona o porto seguro do final-feliz e se torna um filme maior. 500 dias com ela é uma dessas comédias.

O pilar derrubado está escancarado no cartaz: “Um cara conhece uma garota. Ele se apaixona. Ela não” – e isso é um terremoto para o gênero. Resumindo a história, Tom (o mocinho) trabalha em uma empresa que fabrica cartões para datas especiais, onde conhece Summer (a mocinha), a assistente do chefe. Ele fica apaixonado logo de cara... continua...