Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal

Eu sei que já passou um pouquinho do prazo, mas como eu decidi atualizar o blog outra vez, não podia deixar logo o retorno de tio Indy de lado.

Talvez daqui quinze, vinte anos, quando eu puder reencontrar meus amigos da faculdade, eu tenha a mesma impressão que tive no final do Reino da Caveira de Cristal: é ótimo se reencontrar com um passado tão feliz, mas é um exercício de nostalgia, não de passar por tudo de novo. Depois que o tempo passa, sobra a reverência e a simpatia, ainda que falte um conteúdo mais sólido – o que, no fim, vai terminar mesmo em saudade.

Não que Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal seja um filme ruim – pelo contrário, ele sabe divertir no seu tom de aventura como quase ninguém mais sabe fazer. Mas as pessoas envelhecem – e se de um lado Harrison Ford, apesar da idade, continua ótimo no papel, de outro surge esse fascínio exagerado de George Lucas pelos efeitos especiais da era da computação, que chegam ao seu ponto máximo de prejuízo do filme logo no final, quando o homem de Star Wars resolve botar seu computadores para funcionar – e o resultado é aquela falsidade de borracha, que para mim enfraqueceu o longa. Mas quem somos nós para reclamar dos velhos amigos?



Em tempo: eu também assisti a Agente 86, remake do seriado dos anos 80 que traz um dos grandes caras dessa geração, Steve Carrel. Furinhos no roteiro a parte, a comédia consegue ser inteligente e realmente besta ao mesmo tempo, então vale a conferida.



Um comentário:

Bárbara disse...

Olá Vini! Eu é que fico feliz por você não ter mudado nada: seus comentários continuam me deixando com um sorrisão no rosto. ;D

Eu assisti a Indiana Jones, adoreeei! Não vi muita diferença pros outros filmes, mesmo porque esse último foi o primeiro da série que vi. Mas depois assisti àquele do Graal, e percebi isso que você escreveu.

Que bom que você voltou a escrever. o/

Abraço!