Transformers

Seguindo a linha de “filme de verão para menininhos” nós temos Transformers, que basicamente é um filme sobre robôs gigantes que brigam – mas meu Deus, que brigas! Visualmente maravilhoso, este é um daqueles filmes que não ver no cinema dá um certo desgosto. Não bastasse isso, o lado cômico funciona surpreendentemente bem, tornando Transformers um filme muito mais divertido do que a média.

Lógico que o roteiro é de uma fragilidade sem tamanho – alguns furos na história são absurdos e há momentos em que frases sérias são ditas como se fossem piadinhas. Além disso, irrita a maneira insistente como o exército é focado como a cavalaria de heróis, quando tudo o que se quer ver são parafusos voando. Não bastasse isso, Transformers ainda dá uma escorregada por ser um produto absolutamente de marketing – e aí não rola sangue na tela e a maioria das cópias que chegaram no Brasil serem dubladas (afinal, quem compra brinquedo é criança). Isso realmente frustra um espectador mais velho, quando é nítido que a história merecia uma roupagem menos inocente (e são várias as piadas que só os maiorzinhos vão entender).

No fim das contas, Transformers é bacana porque é de encher os olhos e, em 90% do tempo, não se leva a sério. E, nossa, esqueci de dizer que a mocinha do filme (Megan Fox) é tão bonita que se os robôs fossem de latão eu teria pago meu ingresso do mesmo jeito. Mais um para quem faz xixi em pé.



Um comentário:

Arthur Malaspina disse...

Só o Optimus Prime já vale o filme... vale até a frase clássica(de tão tosca): Eu sou Megatron!!! hahahahaha