Turma da Mônica

Não basta só comprar, é preciso anunciar: portanto, depois de dois números, eu estou oficialmente colecionando as novas revistas do Cascão (novas, entre aspas, porque todos os números da Turma da Mônica foram zerados agora que publicados pela Panini). Os gibis (puxa, que palavra!) da Mônica já passam dos quarenta anos, o que deu permissão para que tio Maurício de Sousa pudesse brincar com o próprio mito: a auto-paródia e a meta-linguagem estão tão em alta que o primeiro número do Cascão trouxe uma história deliciosamente anárquica em que ele reclama da vida ao roteirista e experimenta ser outros personagens.

Verdade seja dita, as histórias do miolo andam bem sem graça. Mas a primeira e a última, como manda a tradição, continuam fantásticas, e só por elas vale a pena gastar dinheiro (um dinheiro justo, aliás). Que bom que a Turma cresceu comigo.

ps: minha escolha pelo Cascão se deve a insistência de um amigo meu, que garante que ele é o único personagem capaz de segurar uma história sozinho. Mas estou coçando para comprar o Cebolinha também. Além de sempre espiar as capas da Mônica e do Chico Bento. E embora eu só comprasse na última hipótese, eu não hesitaria em ler uma Magali no consultório do dentista.

2 comentários:

3 Vozes disse...

Isso é cretinisse do Arthur.

O Cebolinha também mantem mto bem uma história sozinho.

Eu sempre comprei o Cebolinha. faz uns 2 anos que só compro ele, claro que as vezes esqueço.

A edição dele tá mto boa. Embora a história do louco não seja uma das mais engraçadas.

Th//

Strange Little Girl disse...

Eu adorava a Turma! Assinava os gibis antigos, lia todos. Hoje, por alguma razão que eu desconheço, meu pai recebe de brinde a assinatura de alguns gibis da Mônica. Não li nenhum, mas quem sabe um dia eu pegue e experimente voltar a infância? É mais fácil no dentista!

Beijinhos