Da locadora, 28/02

Para aproveitar minha última semana de férias – enquanto todos vocês já tem aula, ah, as vantagens da picaretagem – eu passei na locadora e aqui estão os três filmes que eu já consegui assistir:

Final Fantasy: Advent Children (Final Fantasy: Advent Children, 2005): provavelmente, se uma pessoa que nunca jogou Final Fantasy 7, do Playstation, assistir a este filme, irá dizer que não entendeu nada porque não conhece o jogo. Pois bem, isso não é verdade. Acredite, se você não entender nada é porque o filme é mesmo sem pé-nem-cabeça, e eu falo isso ainda que tenha passado mais de 50 horas da minha vida jogando FF7. É uma animação absurdamente bonita e bem tratada, mas o enredo é tão furado e confuso que a única possibilidade é ver o filme, e o resto você deixa para lá. Bonzinho.

Toy Story (Toy Story, 1995): não há nada de errado em dizer que Toy Story é um marco do cinema por ser o primeiro filme realmente bem feito em computação gráfica. Mas que a gente nunca esqueça que a história de Buzz e Woody é brilhantemente divertida e que, mais do que o pioneirismo na computação, Toy Story inaugura a nova safra de produções infantis, que divertem bem mais os adultos pela sua inteligência. Excelente.

Os produtores (The Producers, 2005): não me considero bom para entender um musical, mas isso não me impediu de me divertir com as atuações exageradas e caricaturais de Matthew Broderic e Nathan Lane, além do nazista do Will Ferrel e de Uma Thurman, bonita como eu nunca tinha. O problema de Os produtores – e isso é uma visão extremamente pessoal, já disse, eu não entendo de musical – é uma estrutura um pouco cansativa, que faz o meio do filme parecer o fim e o fim parecer uma outra coisa, que não dá impressão de que vai acabar. Mas ainda assim vale. Muito bom.

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