O ano em que meus pais saíram de férias

Não espere sofrer com esse filme – principalmente se você gostou daquela atrocidade chamada Olga. A verdade é que O ano... é um longa bonito, que emociona não pelas lágrimas, mas pela simpatia de seus protagonistas mirins que simplesmente arrasam no filme. Na história, Mauro, de 10 anos, é deixado na casa de seu avô enquanto os pais partem para a luta contra a ditadura, em plena época da Copa de 1970. É curioso perceber como a narrativa gira exclusivamente em torno do garoto – o que explica porque, em todos os momentos da história, nós sabemos exatamente só o que ele sabe. O fim pode parecer anti-climático, mas dentro da atmosfera de ingenuidade do filme tem todo o sentido. Do mesmo diretor do ícone Castelo Ra-tim-bum.

Nota: 8,0

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