Alice no País das Maravilhas

É a terceira vez que eu leio Alice, obra-prima do britânico Lewis Carrol, de 1876. E puxa, como eu não me canso. O que mais diverte na história da menina loira de 8 anos que, enquanto dorme, vai parar numa terra completemente maluquice, é a ousadia, o deboche com o lugar-comum da linguagem e a inconstância de tudo – além claro, daquilo que está escondido debaixo das linhas. Além de escritor, Carrol era também matemático, e isso é um bom indício para explicar todas as piadas que ele monta sobre a falta de lógica das línguas. Nem todos os personagens bizarros, porém, conseguem ofuscar a graciosidade e loucura da própria Alice, que vai da ingenuidade à acidez em cinco linhas. Livro infantil coisa nenhuma.

Um comentário:

Rafael de Araújo disse...

Olá,

passei por aqui por acaso, procurando comentários que me ajudassem a entender o livro do Lewis Caroll

Bem, como eu tbm tenho um blog agora, aproveito para tecer mais laços nesta gde teia é a internet

Seu blog é bem legal. Agora vc já tem até 6 pessoas que passam por aqui =)

[]s